Respeito: A Linguagem Universal do Amor
- Laila Assad

- 17 de nov. de 2025
- 1 min de leitura

Vivemos em uma sociedade em que o amor deveria ser natural, quase instintivo.
Um lugar onde o outro pudesse ser visto simplesmente por quem é —
sem máscaras, sem rótulos, sem exigências de caber em moldes.
Preto, branco, índio…
apenas cores da pele que um dia retorna à terra,
detalhes externos de um corpo que passa,
mas nunca definem a grandeza de uma alma que fica.
Posição social, religião, gênero, escolhas políticas…
deveriam ser compreendidos como expressões da liberdade humana,
como caminhos que cada espírito traça para se descobrir.
Mas não.
Ainda falta respeito.
Falta generosidade.
Falta amor.
Vivemos uma guerra silenciosa —
uma disputa de egos, de poder,
de preconceitos tão pequenos que envergonham a própria palavra “humano”.
A hipocrisia reina onde a empatia deveria florescer.
Os valores se perdem em meio ao barulho das opiniões vazias.
E o que realmente importa…
é banalizado, esquecido, empurrado para o fundo como se fosse irrelevante.
Mas ainda assim, há quem resista.
Há quem estenda a mão, quem acolha, quem abrace.
Há quem insista em ser luz num mundo que insiste em apagar candeeiros.

E é por essas pessoas —
pelos que sonham diferente,
pelos que acreditam no amor como força de cura,
pelos que enxergam com o coração —
que ainda vale a pena ter esperança.
Porque enquanto houver um único gesto de bondade,
um olhar que compreende,
um abraço que salva,
a humanidade ainda respira.
E o amor, silenciosamente, ainda tenta nos ensinar
o caminho de volta para nós mesmos.
Por Laila Assad de Mattos
Coautora do Projeto Bela&Deia


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